sexta-feira, 7 de janeiro de 2011


Faço planos com o desconhecido
Sonhos ludibriados
A tudo que tem um quê de intocado
Me entrego lentamente

Sem deixar voltar a dança
Seus poemas me embalam
Mesmo não estando claro
Fazem acreditar
Que a alegria vem ao meu amparo

domingo, 2 de janeiro de 2011

Resposta à Vênus

O acaso deu seu toque

O que há de vir?

Quem há de convir?

Será possível desvendar?


Escolher as armas certas

É usá-las sem estilhaços?

Eis uma missão difícil


Os encantos desnorteiam

Enquanto é preciso desmascará-los

Quem segue a dança

Poderia ser o alvo?


É assim que há de ser

Caça ou caçador?

Perder seria ganhar?