quarta-feira, 6 de abril de 2011

Frustrada, cansada
Assim que me sinto
Mesmo quando o sol brilha
Espero a tempestade
Traz o céu em uma das mãos
E com a outra entrega o inferno
Poucas horas se passam entre os extremos
O ignóbil está na mentira contada
E ainda assim os braços continuam abertos
Por quanto tempo?
Ah! Temos uma incógnita.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Penso tanto que afundo
Tudo parece mal?
Se esse tudo sou eu
Devo me recolher para entender

Vou, mas volto para cometer os mesmos erros
Não me vejo
Nem me encontro
Me soa como ironia tais palavras

Talvez em algum momento
Possa gostar do eu que me invade
Só não espere uma melhora
Não costumo mudar.